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Alcoólicos Anónimos Grupo 1 de Maio


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Livro Azul A TRADIÇÃO DE A.A.

Apêndice I

A TRADIÇÃO DE A.A.

Aqueles que agora fazem parte de Alcoólicos Anónimos encontraram aí a diferença entre a desgraça e a sobriedade, e frequentemente a diferença entre a vida e a morte. O A.A. pode, naturalmente, vir a ter esse mesmo significado para inúmeros alcoólicos a que ainda não chegou.
Consequentemente, nenhuma outra sociedade de homens e mulheres jamais teve uma necessidade tão premente de eficácia continuada e de unidade permanente. Nós, os alcoólicos, percebemos que temos de trabalhar em conjunto e de nos conservar unidos, senão a maioria de nós acabará por morrer sozinho.
As "12 Tradições" de Alcoólicos Anónimos são, segundo acreditamos, como membros de A.A. e com base na nossa experiência, as melhores respostas até agora dadas às perguntas sempre prementes, "Como é que A.A. pode funcionar da melhor maneira?" e, "Qual é a melhor maneira de conservar a integridade de A.A. e de assim assegurar a sua sobrevivência?"
A seguir, as "12 Tradições" de A.A. aparecem na sua chamada "forma resumida", forma essa geralmente usada hoje em dia. É uma versão condensada da "forma integral" e original das Tradições de A.A., tal como foi publicada pela primeira vez em 1946. Por esta "versão integral" ser mais explícita e de valor histórico, é também aqui reproduzida.


AS DOZE TRADIÇÕES

1. O nosso bem-estar comum deverá estar em primeiro lugar; a recuperação pessoal depende da unidade de A.A.
2. Para o propósito do nosso grupo existe apenas uma autoridade fundamental: um Deus de amor tal como Ele se expressa na nossa consciência de grupo. Os nossos líderes são apenas servidores de confiança; eles não governam.
3. O único requisito para ser membro de A.A. é a vontade de parar de beber.
4. Cada grupo deverá ser autónomo, excepto em assuntos que afectem outros grupos ou A.A. como um todo.
5. Cada grupo tem apenas um propósito primordial - levar a sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.
6. Um grupo de A.A. nunca deverá endossar, financiar ou emprestar o nome de A.A. a nenhuma entidade parecida ou empreendimento alheio, para evitar que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio nos afastem do nosso propósito primordial.
7. Todos os grupos de A.A. deverão ser inteiramente auto- -suficientes, recusando contribuições de fora.
8. Alcoólicos Anónimos jamais deverá ter um carácter profissional, mas os nossos centros de serviço podem empregar pessoal especializado.
9. Alcoólicos Anónimos, como tal, nunca deverá organizar- -se, mas podemos criar juntas ou comissões de serviço directamente responsáveis perante aqueles que servem.
10. Alcoólicos Anónimos não emite opinião sobre assuntos alheios à Comunidade; portanto o nome de A.A. nunca deverá aparecer em controvérsias públicas.
11. A nossa política de relações públicas baseia-se na atracção em vez da promoção; precisamos de manter sempre o anonimato pessoal na imprensa, na rádio e no cinema.
12. O anonimato é o alicerce espiritual de todas as nossas Tradições, lembrando-nos sempre de colocar os princípios acima das personalidades.


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AS DOZE TRADIÇÕES

(Versão integral)

A nossa experiência em A.A. ensinou-nos que:

1.- Cada membro de A.A. é apenas uma pequena parte de um grande todo. É necessário que A.A. continue a viver ou a maior parte de nós certamente morrerá. Por isso, o nosso bem-estar comum está em primeiro lugar, mas o bem-estar individual segue-se logo de imediato.
2.- Para o propósito do nosso grupo existe apenas uma autoridade fundamental - um Deus de amor tal como Ele se expressa na nossa consciência de grupo.
3.- A nossa Comunidade deve incluir todos os que sofrem de alcoolismo. Por isso, não podemos recusar ninguém que se queira recuperar. Ser membro de A.A. não deve tão-pouco depender de dinheiro ou de formalidades. Quaisquer dois ou três alcoólicos que se reúnam para se manterem sóbrios podem chamar-se um grupo de A.A., desde que, como grupo, não tenham outra filiação.
4.- No que diz respeito aos seus próprios assuntos, cada grupo de A.A. deverá ser responsável unicamente perante a autoridade da sua própria consciência. Porém, quando os seus planos afectam também o bem-estar de grupos vizinhos, este grupos devem ser consultados. Nenhum grupo, comissão regional ou indivíduo deverá jamais empreender qualquer acção que possa afectar de um modo significativo a Comunidade no seu todo sem discutir previamente com os Custódios do Conselho de Serviços Gerais. Em tais casos, o nosso bem-estar comum é da maior importância.
5.- Cada grupo de Alcoólicos Anónimos deve ser uma entidade espiritual apenas com um propósito primordial - o de levar a sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.
6.- Problemas de dinheiro, propriedade e autoridade podem facilmente desviar-nos do nosso principal objectivo espiritual. Consideramos portanto, que qualquer propriedade considerável de bens de uso legítimo para A.A. deverá ser incorporada e administrada separadamente, diferenciando assim o material do espiritual. Um grupo de A.A., como tal, nunca deverá montar um negócio. Organismos de ajuda suplementar para A.A., tais como clubes ou hospitais que requerem muitos bens materiais ou administração, deverão incorporar-se separadamente de maneira que, se necessário, os grupos os possam livremente rejeitar. Portanto, estes organismos não deverão usar o nome de A.A. A responsabilidade de gerir estes organismos deve recaír apenas sobre as pessoas que os apoiam financeiramente. Para clubes, geralmente preferem-se gestores que sejam membros de A.A. Porém, hospitais assim como outros centros de recuperação, deverão funcionar claramente fora do âmbito de A.A. e sob vigilância médica. Embora um grupo de A.A. possa cooperar com qualquer pessoa, esta cooperação nunca deverá tomar a forma de filiação ou caução, implícita ou explícita. Um grupo de A.A. não se pode vincular a quem quer que seja.
7.- Os grupos de A.A. em si devem ser inteiramente mantidos pelas contribuições voluntárias dos seus próprios membros. Somos da opinião que cada grupo deve alcançar este objectivo o mais breve possível; consideramos que qualquer angariação pública de fundos que empregue o nome de Alcoólicos Anónimos é altamente perigosa, seja ela levada a cabo por grupos, clubes, hospitais ou por outras agências externas; que aceitar grandes doações de qualquer proveniência ou contribuições vinculadas a qualquer tipo de obrigação, não é aconselhável. Causam-nos também grande preocupação as tesourarias de A.A. que continuam a acumular fundos, para além de uma reserva prudente, sem lhes destinar nenhum propósito de A.A. definido. A nossa experiência tem-nos alertado com frequência que não há nada que possa destruir mais a nossa herança espiritual do que disputas fúteis sobre propriedade, dinheiro e autoridade.
8.- Alcoólicos Anónimos deve manter-se sempre não profissional. Definimos o profissionalismo como a ocupação de aconselhamento de alcoólicos a troco de honorários ou de um salário. Contudo, podemos empregar alcoólicos para desempenhar cargos, para os quais, de outra forma, teríamos de contratar não alcoólicos. Estes serviços especiais podem ser bem remunerados. Porém, o nosso habitual trabalho de "12º Passo" nunca deve ser remunerado.
9.- Cada grupo A.A. deve ter um mínimo de organização. A rotatividade da liderança é a melhor forma. Um pequeno grupo pode eleger o seu secretário, um grupo grande a sua comissão rotativa, e os grupos de uma extensa área metropolitana criar a sua comissão central ou de intergrupo, que frequentemente têm um secretariado a tempo inteiro. Os custódios do Conselho de Serviços Gerais são com efeito a nossa Comissão de Serviços Gerais de A.A. Eles são os guardiões da nossa Tradição de A.A. e os depositários das contribuições voluntárias através das quais mantemos o nosso Escritório de Serviços Gerais de A.A. em Nova Iorque. Eles detêm a autoridade conferida pelos grupos para tratar das nossas relações públicas a nível global e asseguram a integridade da nossa principal publicação, o A.A. Grapevine. Todos estes representantes devem orientar-se pelo espírito de serviço, porque os verdadeiros líderes em A.A. são apenas fieis e experimentados servidores de toda a Comunidade. Os seus títulos não lhes conferem qualquer autoridade; eles não governam. O respeito universal é a chave da sua utilidade.
10.- Nenhum membro ou grupo deverá jamais, de uma maneira que possa comprometer A.A., manifestar uma opinião sobre questões controversas alheias - especialmente sobre aquelas que se relacionam com política, reforma alcoólica ou religião. Os grupos de Alcoólicos Anónimos não se opõem a ninguém. No que se refere a estes assuntos, não podem expressar nenhuma opinião.
11.- As nossas relações com o público em geral devem caracterizar-se pelo anonimato pessoal. Consideramos que A.A. deve evitar a publicidade sensacionalista. Não se devem difundir, filmar ou publicar os nossos nomes ou fotografias, identificando-nos como membros de A.A. As nossas relações públicas devem orientar-se pelo princípio de atracção em vez de promoção. Nunca há necessidade de nos elogiarmos a nós próprios. Consideramos que é melhor que os nossos amigos nos recomendem.
12.- Finalmente, nós de Alcoólicos Anónimos, consideramos que o princípio do anonimato tem um imenso significado espiritual. Faz-nos lembrar que devemos colocar os princípios acima das personalidades; que devemos praticar uma verdadeira humildade, de modo que as nossas grandes bênçãos jamais nos estraguem, para que vivamos sempre na grata contemplação d"Aquele que preside sobre todos nós


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