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Alcoólicos Anónimos Grupo 1 de Maio


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Livro Azul

Alcoólicos Anónimos
Texto em Português

A história de como muitos milhares de homens e mulheres se recuperaram do Alcoolismo

PREFÁCIO

DA PRIMEIRA EDIÇÃO EM PORTUGUÊS

Este livro, originalmente publicado em 1939, na altura em que os membros de A.A. eram apenas cerca de uma centena, foi traduzido em 27 línguas. Em Novembro de 1994, data prevista para a publicação desta edição, o número de membros de Alcoólicos Anónimos a nível mundial foi avaliado moderadamente em mais de 2.000.000 com mais de 90.000 grupos em 141 países. Esta tradução contém o texto básico do programa A.A. de recuperação da doença do alcoolismo, programa esse cuja mensagem tem permanecido inalterada ao longo de mais de cinco décadas. Embora algumas referências e expressões que aparecem no texto reflictam realidades históricas e sociais dos Estados Unidos da América há meio século, a essência do programa de A.A. afigura-se eminentemente traduzível; os seus princípios básicos, independentemente da língua em que são expressos, têm sido aplicados com êxito por indivíduos de ambos os sexos de todas as idades e de nacionalidades muito diferentes em todo o mundo. Diferenças linguísticas, distinções sociais e profissionais, diferenças de classe, sexo ou etnia que, por vezes têm levantado enormes barreiras em outras esferas da actividade humana, parecem não constituir obstáculo à transmissão eficaz da mensagem de A.A., mensagem essa que se baseia na experiência partilhada de sofrimento e está enraizada numa comunidade de amor que transcende os caprichos de nascimento e circunstância.
INTRODUÇÃO

(À 3ª EDIÇÃO AMERICANA)

Esta é a terceira edição* do livro "Alcoólicos Anónimos". A primeira edição apareceu em Abril de 1939 e, nos dezasseis anos seguintes, mais de 300.000 exemplares foram postos em circulação. A segunda edição, publicada em 1955, atingiu mais de 1.150.000 exemplares.
Por este livro se haver tornado o texto básico da nossa Sociedade e ter ajudado tantos alcoólicos, homens e mulheres, a se recuperarem, existe um sentimento que se opõe a quaisquer mudanças radicais que se pretendam introduzir. Consequentemente, a primeira parte que descreve o programa de recuperação de A.A., preservou-se sem alteração ao longo de revisões efectuadas na segunda e terceira edições. A parte chamada "A Opinião do Médico" manteve-se intacta, tal como foi originalmente redigida em 1939 pelo falecido Dr. William D. Silkworth, o maior benfeitor médico da nossa Sociedade.
Na segunda edição foram acrescentados os apêndices, as Doze Tradições e as direcções para se entrar em contacto com o A.A.. Mas a principal modificação diz respeito à parte das histórias pessoais, que foi alargada para reflectir o crescimento da Comunidade. "A História de Bill", "O Pesadelo do Dr. Bob" e uma outra história pessoal da primeira edição deixaram-se intactas; três foram editadas e a uma delas deu-se-lhe outro título; foram redigidas novas versões de duas histórias com novos títulos; acrescentaram-se trinta novas histórias; e a secção das histórias foi dividida em três partes, com os mesmos títulos.
Nesta terceira edição, a Parte I ("Os Pioneiros de A.A.") não sofreu alteração. Nove das histórias na Parte II ("Eles Pararam A Tempo") foram transpostas da segunda edição; oito novas histórias foram acrescentadas. Na Parte III ("Eles Perderam Quase Tudo") conservaram-se oito histórias e cinco são novas.
Todas as modificações feitas ao longo dos anos no Livro Azul (a alcunha predilecta que os membros de A.A. dão a este volume) têm a mesma finalidade: a de representar mais exactamente a Comunidade dos Alcoólicos Anónimos e desse modo chegar a mais alcoólicos. Se tem um problema de bebida, esperamos que se detenha ao ler uma das quarenta e quatro histórias pessoais e pense: "De facto, isto aconteceu-me'; ou, mais importante, "Sim, eu senti-me assim'; ou, o mais importante de tudo, "Sim, eu acho que este programa também pode resultar para mim".
PREFÁCIO DA PRIMEIRA EDIÇÃO

Prefácio como apareceu na primeira impressão da primeira edição em 1939.

Nós, os Alcoólicos Anónimos, somos mais de uma centena* de homens e mulheres que nos recuperámos de uma condição mental e física aparentemente irremediável. O objectivo principal deste livro é de explicar a outros alcoólicos precisamente como nos recuperámos. Esperamos que estas páginas se tornem tão convincentes que não seja necessária mais nenhuma prova de autenticidade. Cremos que a descrição das nossas experiências ajudará todos a entender melhor o alcoólico. Muitos não compreendem que o alcoólico é uma pessoa muito doente. Além disso, temos a certeza de que o nosso modo de vida tem vantagens para todos.
É importante permanecermos anónimos porque actualmente somos muito poucos para atendermos ao grande número de pedidos pessoais que possam resultar desta publicação. Como somos na maior parte pessoas de negócios ou com profissões liberais, não poderíamos, nestas circunstâncias, prosseguir convenientemente com os nossos empregos. Gostaríamos que ficasse bem claro que a nossa actividade junto de alcoólicos não é profissional.
Ao escrevermos ou falarmos publicamente sobre alcoolismo, recomendamos a todos os nossos membros que omitam o seu nome e se identifiquem em vez disso como "um membro dos Alcoólicos Anónimos".
Muito sinceramente pedimos de igual modo à imprensa que respeite este pedido, porque senão seríamos muito prejudicados.
Não somos uma organização no sentido convencional do termo. Não há taxas de admissão nem quotas de qualquer espécie. O único requisito para ser membro é um desejo sincero de parar de beber. Não estamos ligados a nenhuma religião, seita ou confissão em particular, nem nos opomos a quem quer que seja. Procuramos simplesmente ser de utilidade aos que sofrem desta doença.
Teremos interesse em ter notícias dos que obtiverem resultados com este livro, particularmente dos que começaram a trabalhar com outros alcoólicos. Gostaríamos de ajudar nesses casos.
Quaisquer perguntas por parte de organismos científicos, médicos e religiosos serão bem recebidas.
PREFÁCIO DA SEGUNDA EDIÇÃO

Os números referidos neste prefácio descrevem a Comunidade em 1955

Desde que foi escrito o Prefácio original deste livro em 1939, produziu-se um milagre em grande escala. A nossa primeira tiragem expressava a esperança de "que um dia todo o alcoólico em viagem possa encontrar no seu destino um grupo de Alcoólicos Anónimos. Já," prosseguia o texto inicial, "surgiram noutros sítios grupos de dois, três e cinco de nós."
Passaram dezasseis anos entre a primeira impressão deste livro e o aparecimento da nossa segunda edição em 1955. Neste curto espaço de tempo, os Alcoólicos Anónimos cresceram rapidamente para 6.000 grupos com um número de membros que excede de longe 150.000 alcoólicos recuperados. Há grupos em todos os Estados Unidos da América e em todas as províncias do Canadá. O A.A. conta com várias comunidades florescentes nas Ilhas Britânicas, nos países Escandinavos, na África do Sul, na América do Sul, no México, no Alasca, na Austrália e no Havai. Em suma, inícios prometedores foram feitos em 50 países estrangeiros ou possessões americanas. Neste momento, estão em formação grupos na Ásia. Muitos dos nossos amigos encorajam-nos, dizendo que isto é apenas um começo, um simples presságio de um futuro ainda mais vasto que se nos depara.
A centelha que iria dar origem ao primeiro grupo A.A. surgiu em Akron, Ohio, em Junho de 1935, por ocasião de uma conversa entre um corretor da Bolsa de Nova Iorque e um médico de Akron. Seis meses antes, o corretor tinha-se libertado da sua obsessão pelo álcool através de uma inesperada experiência espiritual, na sequência de um encontro com um amigo alcoólico que tinha estado em contacto com os Grupos de Oxford dessa época. Tinha também sido imensamente ajudado pelo falecido Dr. William D. Silkworth, um especialista em alcoolismo de Nova Iorque, que é actualmente venerado como uma espécie de santo da ciência médica pelos membros de A.A. e, cuja história, que data das origens da nossa Sociedade, figura nas primeiras páginas deste livro. Através deste médico o corretor aprendeu a grave natureza do alcoolismo. Sem conseguir aderir a todos os princípios dos Grupos de Oxford, ele compenetrou-se da necessidade do inventário moral, da confissão dos defeitos de personalidade, da reparação dos danos causados a outros, da disponibilidade para ajudar os outros e da necessidade da crença e dependência de Deus.
Antes da sua viagem a Akron o corretor tinha-se empenhado com grande esforço junto de muitos alcoólicos, com base na teoria de que só um alcoólico pode ajudar outro alcoólico, embora só tenha conseguido com isso manter-se ele próprio sóbrio. O corretor fora a Akron num assunto de negócios que tinha fracassado, deixando-o no pavor de poder recomeçar a beber. De repente, tomou consciência de que para se salvar a si próprio, tinha de levar a sua mensagem a outro alcoólico. Este outro alcoólico veio a ser o médico de Akron.
Este médico tinha repetidamente tentado resolver o seu dilema alcoólico por meios espirituais, porém sem o conseguir. Mas, quando o corretor lhe comunicou a descrição do Dr. Silkworth sobre o alcoolismo e o seu carácter irremediável, o médico voltou-se de novo para a solução espiritual da sua doença com uma disposição que nunca tinha tido até aí. Ficou sóbrio sem nunca mais voltar a beber até ao momento da sua morte em 1950. Isto veio aparentemente provar que um alcoólico podia influenciar outro de um modo que uma pessoa não alcoólica jamais poderia fazer. A experiência indicava igualmente que o trabalho persistente de um alcoólico com outro era vital para uma recuperação permanente.
Os dois homens começaram então activamente a dedicar os seus esforços aos alcoólicos que chegavam à enfermaria do Akron City Hospital. Justamente o seu primeiro caso, considerado desesperado, recuperou imediatamente e veio a ser o terceiro membro de A.A. Nunca mais voltou a beber. Esta actividade prosseguiu em Akron durante o verão de 1935. Os fracassos foram muitos com êxitos pontuais animadores. Quando o corretor voltou para Nova Iorque no outono de 1935, o primeiro grupo de A.A. estava na realidade já formado, embora ninguém se tivesse apercebido disso na altura.
No final de 1937, o número de membros com um período de sobriedade apreciável era suficiente para convencer os outros de que uma nova luz tinha surgido no mundo sombrio dos alcoólicos.
Um segundo pequeno grupo formou-se rapidamente em Nova Iorque. Além disso, alcoólicos dispersos por vários sítios tinham captado os princípios básicos utilizados em Akron ou Nova Iorque e tentavam formar novos grupos noutras cidades.
Tinha agora chegado a altura, pensavam os membros dos grupos que prosseguiam com os seus esforços, de anunciar ao mundo a sua mensagem e singular experiência. Esta determinação deu os seus frutos na primavera de 1939 com a publicação deste livro. Tinha-se atingido aproximadamente uma centena de membros, homens e mulheres. A sociedade nascente, até aí sem nome, começou então a chamar-se Alcoólicos Anónimos em função do título do seu próprio livro. O período inicial de andar à deriva chegava ao seu fim e o A.A. entrava numa nova fase da sua época pioneira.
O aparecimento do novo livro deu origem a uma série de acontecimentos. O Dr. Harry Emerson Fosdick, eclesiástico de renome, fez-lhe uma crítica favorável. No outono de 1939, Fulton Oursler, então director da revista Liberty, publicou nesta revista um artigo intitulado "Os Alcoólicos e Deus". O artigo desencadeou uma avalanche de 800 pedidos de informação desesperados ao pequeno escritório recém-constituído de Nova Iorque. Respondeu-se a cada pergunta com um cuidado minucioso e enviaram-se folhetos e livros. Homens de negócios, já membros de grupos existentes, foram ter com eventuais novos membros durante as suas viagens. Formaram-se novos grupos e descobriu-se, para surpresa geral de todos, que a mensagem de A.A. podia ser transmitida tanto por correio como verbalmente. No fim de 1939, estimava-se em 800 o número de alcoólicos em vias de recuperação.
Na primavera de 1940, John D. Rockefeller Jr., ofereceu um jantar a vários amigos para o qual tinha convidado membros de A.A. para contarem as suas experiências. Esta novidade espalhou-se rapidamente pelo mundo fora através da imprensa; os pedidos de informação afluíram de novo em série e várias pessoas procuravam nas livrarias o livro "Alcoólicos Anónimos". Em Março de 1941, o número de membros tinha crescido para os 2.000. Foi então que Jack Alexander escreveu um artigo de fundo no Saturday Evening Post e apresentava ao grande público uma imagem de A.A. tão convincente, que fomos literalmente inundados pelos alcoólicos com necessidade de ajuda. No fim de 1941, o A.A. contava com 8.000 membros. O processo de rápido crescimento estava em plena actividade. O A.A. tinha-se tornado uma instituição nacional.
A nossa Sociedade entrou então num período de adolescência simultaneamente tímido e emocionante. O teste a que tinha de se submeter era o seguinte: conseguiria este grande número de alcoólicos, outrora irresponsáveis, juntar-se e trabalhar concertadamente? Haveria que esperar lutas em questões de admissão, liderança e dinheiro? Teria que se assistir a lutas pelo poder e prestígio? Surgiriam cisões susceptíveis de desintegrar o A.A.? Em breve o A.A. se defrontaria com estes mesmos problemas por todos os lados e em todos os grupos. Porém, desta horrível experiência, a princípio devastadora, surgiu a convicção de que o A.A. teria de sobreviver em conjunto ou morrer separadamente. Teríamos de lutar pela unidade da Comunidade ou desaparecer de cena.
Tal como descobrimos os princípios pelos quais cada alcoólico poderia viver, tivemos assim que criar princípios pelos quais os grupos de A.A. e o A.A. no seu conjunto poderiam sobreviver e funcionar eficazmente. Concluiu-se que nenhum alcoólico, homem ou mulher, poderia jamais ser excluído da nossa Sociedade; que os nossos líderes poderiam servir mas nunca governar; que cada grupo deveria ser autónomo e que não haveria qualquer espécie de terapia profissional. Não haveria taxas de admissão nem quotas; as nossas despesas deveriam ser suportadas pelas nossas próprias contribuições voluntárias. Era necessário reduzir a organização à expressão mais simples, mesmo nos nossos centros de serviço. As nossas relações públicas tinham que assentar mais na atracção do que na promoção. Decidiu-se que todos os membros deveriam respeitar o anonimato a nível da imprensa, rádio, televisão e cinema. E, em nenhuma circunstância, deveríamos caucionar outras organizações ou associar-nos formalmente a elas, nem entrar em controvérsias públicas.
Isto constituiu a essência das Doze Tradições de A.A., que se encontram na sua versão integral na página 136 deste livro. Embora nenhum destes princípios tivesse a força de regra ou lei, havia um consenso tão generalizado sobre eles por volta de 1950, que foram ratificados na nossa primeira Conferência Internacional em Cleveland. Actualmente, a notável unidade de A.A. é um dos maiores atributos da nossa Sociedade.
À medida que as dificuldades internas do nosso período de adolescência iam diminuindo, a aceitação pública de A.A. crescia a passos largos, em função de dois factores principais: do grande número de recuperações e de lares restabelecidos. Estes factores produziam efeito por toda a parte. Dos alcoólicos que tentavam verdadeiramente dar uma oportunidade ao A.A., 50% ficavam sóbrios imediatamente e assim se mantinham; 25% alcançavam a sobriedade depois de algumas recaídas e, dos restantes, os que ficavam no A.A. faziam progressos. Milhares de outros vieram a umas tantas reuniões de A.A. e acharam que o programa não era para eles. Mas uma grande parte destes - aproximadamente dois em cada três - voltava com o tempo.
Uma outra razão para explicar a aceitação geral de A.A. foi a ajuda de amigos - amigos da classe médica, do meio religioso e da imprensa, assim como tantos outros que se tornaram os nossos idóneos e persistentes defensores. Sem o seu apoio, o A.A. só teria conseguido progredir muito lentamente. Algumas das recomendações que nos deram os nossos primeiros amigos da medicina e da religião vêm mais adiante neste livro.
Os Alcoólicos Anónimos não são uma organização religiosa. Também não assumem qualquer ponto de vista médico, embora colaborem amplamente com a classe médica e eclesiástica.
Como o álcool não respeita pessoas, nós somos na América uma amostra muito representativa da sua população e, em países estrangeiros, observa-se o mesmo processo democrático a despontar no horizonte. No âmbito das religiões, incluímos católicos, protestantes, judeus, hindus e um pequeno número de muçulmanos e budistas. Mais do que 15% dos nossos membros são mulheres.
Actualmente, o número de membros cresce na ordem dos 7% ao ano. Até aqui, apenas tocámos ao de leve no problema global dos vários milhões de alcoólicos efectivos e potenciais que existem em todo o mundo. Nunca seremos capazes, com toda a probabilidade, de alcançar mais do que uma razoável fracção do problema alcoólico em todas as suas ramificações. Quanto à terapia para o próprio alcoólico, não temos seguramente nenhum monopólio. Contudo, temos uma enorme esperança de que todos aqueles que ainda não conseguiram encontrar uma resposta, possam encontrar uma nas páginas deste livro e se juntem agora a nós no caminho para uma nova liberdade. PREFÁCIO DA TERCEIRA EDIÇÃO
Em Março de 1976, na altura em que esta edição foi para impressão, o número mundial de membros de Alcoólicos Anónimos estimava-se moderadamente que excedesse um milhão, com cerca de 28.000 grupos em mais de 90 países.(1)
Sondagens efectuadas em grupos nos Estados Unidos e no Canadá indicam que o A.A. está a alcançar não só cada vez mais pessoas, como também uma variedade cada vez mais ampla. Mais de um quarto dos membros são mulheres e, entre os membros jovens, a proporção é praticamente de um terço. Sete por cento dos A.A.s que se submeteram a estas sondagens têm menos de 30 anos de idade e, entre estes, vários têm menos de vinte anos.(2)
Os princípios básicos do programa de A.A., segundo parece, aplicam-se a pessoas das mais diferentes condições e estilos de vida, do mesmo modo que o programa levou a recuperação a pessoas das mais diversas nacionalidades. Os Doze Passos, que resumem o programa, podem chamar-se the Twelve Steps num país, les Douze Etapes noutro, mas traçam exactamente o mesmo caminho para a recuperação que foi aberto pelos primeiros membros de Alcoólicos Anónimos. Apesar do grande crescimento em número e em implantação da Comunidade, ela mantém-se na sua essência simples e pessoal. Diariamente, algures no mundo, a recuperação começa quando um alcoólico fala com outro alcoólico, partilhando a sua experiência, força e esperança.


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